quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Coroa do Advento


Desde a sua origem a Coroa de Advento possui um sentido especificamente religioso e cristão: anunciar a chegada do Natal sobretudo às crianças, preparar-se para a celebração do Santo Natal, suscitar a oração em comum, mostrar que Jesus Cristo é a verdadeira luz, o Deus da Vida que nasce para a vida do mundo. O lugar mais natural para o seu uso é família.
Trata-se de acolher e cuidar da vida onde quer que ela esteja ameaçada. Podemos dizer que a Coroa de Advento constitui um hino à natureza que se renova, à luz que vence as trevas, um hino a Cristo, a verdadeira luz, que vem para vencer as trevas do mal e da morte. É, sobretudo, um hino à vida que brota da verdadeira Vida.

Além da coroa como tal com as velas, é uso antigo pendurar uma coroa (guirlanda), neste caso sem velas, na porta da casa. Em geral laços vermelhos substituem as velas indicando os quatro pontos cardeais. Entrou também nas igrejas em formas e lugares diferentes, em geral junto ao ambão. Cada domingo do Advento se acende uma vela. Hoje está presente em escolas, hotéis, casas de comércio, nas ruas e nas praças. Tornou-se mesmo enfeite natalino. Já não se pode pensar em tempo de Advento sem a coroa com suas quatro velas.
A mensagem da Coroa de Advento é percebida a partir do simbolismo de cada um de seus elementos.
O Círculo
A coroa tem a forma de círculo, símbolo da eternidade, da unidade, do tempo que não tem início nem fim, de Cristo, Senhor do tempo e da história. O círculo indica o sol no seu ciclo anual, sua plenitude sem jamais se esgotar, gerando a vida. Para os cristãos este sol é símbolo de Cristo.
Desde a Antigüidade, a coroa é símbolo de vitória e do prêmio pela vitória. Lembremos a
coroa de louros, a coroa de ramos de oliveira, com a qual são coroados os atletas vitoriosos nos jogos olímpicos.
Os ramos verdes
Os ramos verdes que enfeitam o círculo constumam ser de abeto ou de pinus, de ciprestes. É símbolo nórdico. Não perdem as folhas no inverno. É, pois, sinal de persistência, de esperança, de imortalidade, de vitória sobre a morte.
Para nós no Brasil este elemento é um tanto artificial e, por isso, problemático, menos significativo, visto que celebramos o Natal no início do verão e com isso não vivenciamos esta mudança da renovação da natureza. Por isso, a tendência de se substituir o verde por outros elementos ornamentais do círculo: frutos da terra, sementes, flores, raízes, nozes, espigas de trigo.
Para ornar a coroa usam-se também laços de fitas vermelhas ou rosas, símbolo do amor de Jesus Cristo que se torna homem, símbolo da sua vitória sobre a morte através da sua entrega por amor.
Deste modo, nas guirlandas penduradas nas portas das casas, os laços ocupam o lugar das velas.
Lembram os pontos cardeais, a cruz de Cristo, que irradia a luz da salvação ao mundo inteiro.
As velas


As quatro velas indicam as quatro semanas do Tempo do Advento, as quatro fases da História da Salvação preparando a vinda do Salvador, os quatro pontos cardeais, a Cruz de Cristo, o Sol da salvação, que ilumina o mundo envolto em trevas. O ato de acender gradativamente as velas significa a progressiva aproximação do Nascimento de Jesus, a progressiva vitória da luz sobre as trevas. Originariamente, a velas eram três de cor roxa e uma de cor rosa, as cores dos domingos do Advento.
O roxo, para indicar a penitência, a conversão a Deus e o rosa como sinal de alegria pelo próximo nascimento de Jesus, usada no 3º domingo do Advento, chamado de Domingo “Gaudete” (Alegrai-vos).
Existem diferentes tradições sobre os significados das velas. Uma bastante difundida:
·         a primeira vela é do profeta;
·         a segunda vela é de Belém;
·         a terceira vela é dos pastores;
·         a quarta vela é dos anjos.
Outra tradição vê nas quatro velas as grandes fases da História da Salvação até a chegada de Cristo. Assim:
·        a primeira é a vela do perdão concedido a Adão e Eva, que de mortais se tornarão seres viventes em Deus;
·         a segunda é a vela da fé dos patriarcas que crêem na promessa da Terra Prometida;
·         a terceira é a vela da alegria de Davi pela sua descendência;
·         a quarta é a vela do ensinamento dos profetas que anunciam a justiça e a paz.
Nesta perspectiva podemos ver nas quatro velas as vindas ou visitas de Deus na história, preparando sua visita ou vinda definitiva no seu Filho Encarnado, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo:

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Decalogo do catequista misericordioso

A homilia do Papa Francisco na Missa do Jubileu dos Catequistas,
durante este Ano da Misericórdia, nos propõe uma espécie de “decálogo” do catequista misericordioso:
  1. O catequista, a exemplo de São Paulo, anuncia o essencial da fé, o primeiro anúncio: que “o Senhor Jesus ressuscitou, o Senhor Jesus te ama e deu a vida por ti; ressuscitado e vivo, Ele está do teu lado e te espera todos os dias”; Ele “te ama pessoalmente”.
  2. O catequista da misericórdia sabe que “se anuncia o Deus-Amor amando: não forçando ou impondo a verdade, nem agarrando-se com rigidez a uma obrigação religiosa ou moral”.
  3. O catequista da misericórdia não fica nas aparências nem é indiferente, ao contrário de quem “olha com deferência para as pessoas famosas, de alto nível, admiradas pelo mundo, enquanto desvia os olhos de tantos Lázaros de hoje, dos
    pobres e dos que sofrem, dos que são os prediletos do Senhor”.
  4. O catequista da misericórdia constrói a história saindo de si mesmo, porque “se anuncia Deus encontrando as pessoas, levando em conta a sua história e o seu caminho”.
  5. O catequista da misericórdia anuncia Cristo “através do testemunho simples e veraz, com a escuta e o acolhimento, com a alegria que se difunde”, porque “o Senhor não é uma ideia, e sim uma pessoa viva”.
  6. O catequista da misericórdia anuncia Cristo com alegria e coerência: “Não se anuncia Jesus direito quando se está triste; nem se transmite a beleza de Deus fazendo apenas bonitos sermões”.
  7. O catequista da misericórdia anuncia Cristo na caridade e com criatividade: “Anuncia-se o Deus da esperança vivendo hoje o Evangelho da caridade, sem medo de dar testemunho dele com novas formas de anúncio”.
  8. O catequista da misericórdia anuncia Cristo com humildade e espírito de serviço, pois, “como servidores da palavra de Jesus, somos chamados a não fazer alarde de aparências e a não buscar a própria glória”.
  9. O catequista da misericórdia anuncia Cristo de modo positivo e otimista, pois “não somos profetas de desgraças que se alegram de denunciar perigos; não somos pessoas que se fecham na sua bolha, disparando julgamentos amargos contra a sociedade, a Igreja, contra tudo e todos, contaminando o mundo de negatividade. O ceticismo queixoso não é próprio de quem tem familiaridade com a Palavra de Deus”.
  10. O catequista da misericórdia anuncia Cristo com abertura e proximidade, porque “aquele que proclama a esperança de Jesus é portador de alegria e sabe ver mais longe; tem horizontes, não um muro que o encerra; vê mais longe porque sabe olhar além do mal e dos problemas. Ao mesmo tempo, vê bem de perto, pois está atento ao próximo e às suas necessidades”.


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Celebração da misericórdia para Dia do Catequista

Banner-Ano-Misericordia-cópiaA Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) disponibilizou uma sugestão de celebração para o Dia do Catequista, que será celebrado no dia 28 deste mês. “Catequistas da misericórdia: Para que todos se sintam amados, esperados e perdoados por Deus!” é o título motivacional da celebração que apresenta reflexões sobre as obras de misericórdia e leituras com a temática na história do povo de Deus.
O material foi produzido pelo padre Rodrigo Ferreira da Costa, que atua em Alta Floresta, na diocese de Sinop (MT). O assessor da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética, padre Antônio Marcos Depizzoli, explicou que a celebração é fundamentada “de modo muito especial no Ano Santo da Misericórdia”, e que traz uma reflexão sobre as obras de misericórdia espirituais e corporais e outros aspectos do ano. Segundo padre Marcos, o subsídio deve ajudar “a rezar, a pedir a Deus que agracie com o dom de viver cada dia o perdão, o amor, a paz os relacionamentos pessoais, familiares e, de modo muito particular a missão como catequistas”.
CATEQUISTAS DA MISERICÓRDIA:
Para que todos se sintam amados, esperados e perdoados por Deus!
Pe. Rodrigo Ferreira da Costa, SDN
Preparação do ambiente: preparar uma vela para cada catequista para a renovação das promessas batismais; símbolos que lembram os Sacramentos da iniciação cristã; Círio Pascal, flores, cruz, cartaz do Ano da Misericórdia. Deixar o ambiente simples e aconchegante.
Comentarista: Queridos irmãos e irmãs “o nome de Deus é misericórdia”. Ele “nunca se cansa de perdoar, somos nós que nos cansamos de pedir a sua misericórdia”. Neste Ano Santo da Misericórdia, “deixemo-nos surpreender por Deus. Ele nunca se cansa de escancarar a porta do seu coração, para repetir que nos ama e deseja partilhar conosco a sua vida.” Cantemos com alegria!
CANTO INICIAL
RITOS INICIAIS
Dirigente (Dir.): Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Todos (T.): Amém.
Dir.: A graça, a misericórdia e a paz de Deus Pai e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
T.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
ATO PENITENCIAL
Dir.: Queridos catequistas, estamos vivendo o Ano Santo da Misericórdia proclamado pelo Papa Francisco. Ele nos convida experimentar a ternura do amor misericordioso do Pai que tem um amor “visceral” para com o seu povo, uma vez que “a misericórdia de Deus não é uma ideia abstrata, mas uma realidade concreta, pela qual Ele revela o seu amor, como o de um pai e de uma mãe que se comovem pelo próprio filho até o mais íntimo das vísceras”. Nesta celebração da Misericórdia, somos convidados a contemplar o Rosto da misericórdia que sempre nos move e nos comove, para a compaixão com o próximo. No início de nossa celebração, meditemos nas sete obras de misericórdia corporais e peçamos ao Pai a conversão do nosso coração.
Dir.: 1.º Dar de comer a quem tem fome. “Vinde, benditos de meu Pai!... Pois eu estava com fome, e me destes de comer” (Mt 25, 34). Ao dar de comer, recordamos a gesto Eucarístico no qual Cristo se dá a nós como alimento.
Leitor (L.): Perdoai-nos, Senhor, pelas vezes em que fomos insensíveis à fome e às necessidades, materiais ou espirituais, dos nossos irmãos mais pobres!
Dir.: 2.º Dar de beber a quem tem sede. “Vinde, benditos de meu Pai!... Pois eu estava com sede, e me destes de beber” (Mt 25, 35). Quando nos deparamos com a falta de água, nos damos conta de sua fundamental importância em nossas vidas. Dar de beber se estende também à consciência do cuidado da Nossa Casa Comum.
L.: Perdoai-nos, Senhor, pelas vezes que não levamos a sério a nossa responsabilidade de cuidar da obra da vossa Criação.
Dir.: 3.º Vestir os nus. “Vinde, benditos de meu Pai!... Pois eu estava nu e me vestistes” (Mt 25, 36).
L.: Perdoai-nos, Senhor, pela falta de atenção àqueles que nos rodeiam, para que possamos atendê-los na sua nudez mais profunda, percebendo os apelos que emitem mesmo sem serem ouvidos.
Dir.: 4.º Acolher o estrangeiro: “Vinde, benditos de meu Pai!... Pois eu era forasteiro e me acolhestes” (Mt 25, 35).
L.: Perdoai-nos, Senhor, pelas vezes em que fechamos as portas do nosso coração àqueles que colocais no nosso caminho, como sinal da vossa presença!
Dir.: 5.º Visitar os doentes. “Vinde, benditos de meu Pai!... Pois eu estava doente e cuidastes de mim” (Mt 25, 36).
L.: Perdoai-nos, Senhor, porque nem sempre o nosso coração está disponível para vos acolher, deixando-nos compadecer com as dores dos outros.
Dir.: 6.º Visitar os presos. “Quando te vimos doente ou na prisão, fomos visitar-te?... Sempre que fizeste isto a um dos meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizeste.” (Mt 25,39-40) L.: Perdoai-nos, Senhor, por nem sempre compreendermos as limitações de quem sofre pela sua má conduta pessoal, familiar ou social.
Dir.: 7.º Dar sepultura aos mortos. “Se o grão
de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só; mas,
se morrer, dá muito fruto”. (Jo 12,24)
L.: Senhor Jesus, perdoai-nos, pelas vezes que não aceitamos, de boa vontade, a morte dos nossos amigos, e não nos mostramos capazes de consolar quem sofre no seu luto! (Enquanto o povo canta, o celebrante asperge o povo com água benta, lembrando o Batismo)
Cantando: Banhados em Cristo/ somos uma nova
criatura,/as coisas antigas já se passaram,/ somos
nascidos de novo! (Bis).
Dir.: Deus Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, tenha compaixão de nós, acolha o nosso coração arrependido, perdoa os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. Amém.
GLÓRIA
Alguns Catequistas entram com símbolos ou objetos que lembram os frutos da caminhada da catequese em nossa comunidade...
ORAÇÃO
Dir.: Oremos (pausa) Ó Deus, que mostrais vosso poder, sobretudo no perdão e na misericórdia, mostrai-nos vosso rosto misericordioso que sempre nos espera, nos ama e nos perdoa; a fim de que sejamos discípulos missionários misericordiosos como o Pai. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
Com.: A Palavra de Deus é luz para os nossos passos no caminho da conversão. Lendo as Escrituras Sagradas percebemos que a misericórdia torna a história de Deus com a humanidade uma história de salvação. Esta misericórdia divina tem um rosto visível em Jesus Cristo. Como discípulos missionários d’Ele,somos enviados também como missionários da misericórdia. Abramos nossos ouvidos e os nossos corações para ouvir a Palavra de Deus.
Mantra: Escuta catequistas, Senhor teu Deus vai falar./ Escuta catequistas, Senhor teu Deus vai falar./ Fala Senhor, meu Deus, os catequistas vão te escutar/ Senhor, meu Deus, os catequistas vão te escutar.
Primeira Leitura: Oséias 11,1-9
Salmo responsorial – Sl 136 (135)
(João Carlos Ribeiro/ O. D. da Juventude)
1. Ao Senhor dos senhores cantai/Ao Senhor Deus
dos deuses louvai./ Maravilhas só ele é quem faz/
Bom é Deus, ao Senhor pois louvai.
Pois eterno é seu amor por nós, eterno é seu
amor! (bis)
2. Com saber ele fez terra e céu/sobre as águas a
terra firmou/ Para o dia reger fez o sol/ E as
estrelas pra noite firmou.
3. Primogênitos todos feriu/ Do Egito, um povo
opressor/ E dali Israel fez sair/ O poder de sua
mão o salvou.
4. No mar bravo ele fez perecer/ Os soldados e o
tal Faraó./ Aliança ele fez com Israel/ No deserto
seu guiou.
5. Poderosos sem dó abateu/ A famosos reis
desbaratou./ Sua terra Israel recebeu/ Como
herança a seu povo entregou.
6. Se lembrou de nós na humilhação/ Ao Senhor,
Salvador proclamai/ Dele nós recebemos o pão/
Ao Senhor, Deus dos céus, proclamai.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Evangelho- Lucas 15,11-32
HOMILIA...
Destacar as atitudes do filho mais novo que erra, abandona a casa do pai, porém confiando na misericórdia, arrepende-se e volta para a casa do pai. Enfatizar também o fechamento do filho mais velho que demonstra não conhecer o pai, não perdoa o irmão e não quer entrar para festa da misericórdia; e, por fim, destacar o coração misericordioso do Pai que espera, sai ao encontro, abraça e perdoa os seus filhos. Enquanto catequistas somos mais parecidos com o filho mais novo, com o filho mais velho ou com o pai misericordioso?
PROFISSÃO DE FÉ
Os catequistas podem renovar as suas promessas batismais, ascendendo suas velas no Círio Pascal.
Dir.: Após termos ouvido a Palavra misericordiosa do Pai, elevemos a Ele nossos pedidos inspirados nas sete obras de misericórdia espirituais. A cada prece respondamos, Senhor fazei de nós, discípulos missionários da misericórdia.
L.:1.º Dar bom conselho. “Senhor, deixa a figueira ainda este ano. Vou cavar em volta dela e deitar adubo. Quem sabe, talvez venha a dar fruto!
Se não der, então cortá-la-ás.” (Lc 13,8-9).
Ensinai-nos, Senhor, a ser pacientes com os nossos irmãos e a dar bons conselhos, sobretudo inspirados na vossa Palavra!
L.: 2º. Ensinar os ignorantes. “Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados.” (Lc 6,37). Fazei-nos, Senhor, gritar o evangelho com a vida, para que o nosso anúncio seja credível!
L.: 3.º Corrigir os que erram. “Amai os vossos inimigos e fazei bem aos que vos odeiam.” (Lc 6,27-28). Livrai-nos, Senhor, de agirmos como juízes sombrios que se comprazem em detectar qualquer perigo ou desvio, a fim de que possamos trabalhar com paciência e confiança, em todos os ambientes que habitamos diariamente, para construir o futuro.
L.: 4.º Consolar os tristes. “Se alguém quer seguir-me, renuncie a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-Me” (Lc 9,23). Fazei-nos, Senhor, aliviar a dor e o sofrimento dos outros, sobretudo dos mais tristes, sós e marginalizados!
L.: 5.º Perdoar as injúrias. “Sereis odiados por todos, por causa do meu nome. Mas não perdereis um só cabelo. É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida.” (Lc 21,17-19). Fazei de nós, Senhor, um sinal verdadeiro de perdão e fraternidade!
L.: 6.º Sofrer com paciência as fraquezas do próximo. “Se vocês não perdoarem aos homens, vosso Pai também não vos perdoará vossos delitos” (Mt 6, 15). Tornai-nos, Senhor, capazes de saber perdoar sem reservas, sobretudo a quem nos possa ter ofendido.
L.: 7.º Rogar a Deus por vivos e defuntos. “Se não escutam Moisés e os profetas mesmo que um dos mortos ressuscite, eles não ficarão convencidos” (Lc 16,31). Fazei-nos, Senhor, rezar e celebrar sempre a eucaristia, como sinal eficaz da comunhão eterna com todos os filhos de Deus, porque para Ti, todos vivem!
LITURGIA EUCARISTICA
CÂNTICO DE OFERTÓRIO
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Ó Deus, Vós que preferistes a misericórdia ao sacrifício, acolhei estes dons do pão e do vinho trazidos ao vosso Altar pelas mãos dos catequistas que se dedicam com alegria e gratuidade no serviço do Reino. Por Cristo, nosso Senhor!
Oração Eucarística VII (sobre a reconciliação I)
RITO DE COMHUNHÃO
PAI-NOSSO...
Dir.: Antes de participarmos do banquete eucarístico, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos juntos, como o Senhor nos ensinou: Pai nosso...
ORAÇÃO E RITO DA PAZ
CANTO DE COMUNHÃO
ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO
Dir.: Oremos (pausa). Restaurados à vossa mesa pelo Pão da vida, nós vos pedimos, ó Pai, que este alimento da caridade fortifique os nossos corações e nos leve a vos encontrar em nossos irmãos e irmãs. Por Cristo nosso Senhor.
T.: Amém
RITOS FINAIS
Com.: “Cada cristão e cada comunidade há de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar esta chamada: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho” (Papa Francisco). A todos os catequistas desejamos coragem e perseverança na missão. Parabéns pelo seu dia!
Avisos
BENÇÃO FINAL
Dir.: O Senhor esteja convosco.
T.: Ele está no meio de nós.
Dir.: O Senhor que vos reuniu para celebrar a sua misericórdia vos abençoe em seu Amor: Ele que Pai, Filho e Espírito Santo.
T.: Amém.
Dir.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe!
T.: Graças a Deus!
CÂNTICO FINAL
Catequista do Povo (L.& M. Pe. Rodrigo,SDN)
Eu sou catequista do povo/ com fé e esperança, alegria e amor/ eu vou anunciar o evangelho, na vida e na lida, falar do Senhor! (bis)
1- A alegria da Boa Nova/com os irmãos eu quero viver//Anunciar a Palavra de Deus/, com ternura de mãe, escutar, acolher. (bis)
2- Na vida de comunidade/ precisamos perseverar//viver o amor-doação/, numa Igreja em saída, vou testemunhar. (bis)
3- Catequistas vamos unir/ fé e vida, trabalho, oração//, a nossa missão é urgente/ tem choro, tem cruz/, tem ressurreição. (bis)