quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Celebração da misericórdia para Dia do Catequista

Banner-Ano-Misericordia-cópiaA Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) disponibilizou uma sugestão de celebração para o Dia do Catequista, que será celebrado no dia 28 deste mês. “Catequistas da misericórdia: Para que todos se sintam amados, esperados e perdoados por Deus!” é o título motivacional da celebração que apresenta reflexões sobre as obras de misericórdia e leituras com a temática na história do povo de Deus.
O material foi produzido pelo padre Rodrigo Ferreira da Costa, que atua em Alta Floresta, na diocese de Sinop (MT). O assessor da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética, padre Antônio Marcos Depizzoli, explicou que a celebração é fundamentada “de modo muito especial no Ano Santo da Misericórdia”, e que traz uma reflexão sobre as obras de misericórdia espirituais e corporais e outros aspectos do ano. Segundo padre Marcos, o subsídio deve ajudar “a rezar, a pedir a Deus que agracie com o dom de viver cada dia o perdão, o amor, a paz os relacionamentos pessoais, familiares e, de modo muito particular a missão como catequistas”.
CATEQUISTAS DA MISERICÓRDIA:
Para que todos se sintam amados, esperados e perdoados por Deus!
Pe. Rodrigo Ferreira da Costa, SDN
Preparação do ambiente: preparar uma vela para cada catequista para a renovação das promessas batismais; símbolos que lembram os Sacramentos da iniciação cristã; Círio Pascal, flores, cruz, cartaz do Ano da Misericórdia. Deixar o ambiente simples e aconchegante.
Comentarista: Queridos irmãos e irmãs “o nome de Deus é misericórdia”. Ele “nunca se cansa de perdoar, somos nós que nos cansamos de pedir a sua misericórdia”. Neste Ano Santo da Misericórdia, “deixemo-nos surpreender por Deus. Ele nunca se cansa de escancarar a porta do seu coração, para repetir que nos ama e deseja partilhar conosco a sua vida.” Cantemos com alegria!
CANTO INICIAL
RITOS INICIAIS
Dirigente (Dir.): Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Todos (T.): Amém.
Dir.: A graça, a misericórdia e a paz de Deus Pai e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
T.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
ATO PENITENCIAL
Dir.: Queridos catequistas, estamos vivendo o Ano Santo da Misericórdia proclamado pelo Papa Francisco. Ele nos convida experimentar a ternura do amor misericordioso do Pai que tem um amor “visceral” para com o seu povo, uma vez que “a misericórdia de Deus não é uma ideia abstrata, mas uma realidade concreta, pela qual Ele revela o seu amor, como o de um pai e de uma mãe que se comovem pelo próprio filho até o mais íntimo das vísceras”. Nesta celebração da Misericórdia, somos convidados a contemplar o Rosto da misericórdia que sempre nos move e nos comove, para a compaixão com o próximo. No início de nossa celebração, meditemos nas sete obras de misericórdia corporais e peçamos ao Pai a conversão do nosso coração.
Dir.: 1.º Dar de comer a quem tem fome. “Vinde, benditos de meu Pai!... Pois eu estava com fome, e me destes de comer” (Mt 25, 34). Ao dar de comer, recordamos a gesto Eucarístico no qual Cristo se dá a nós como alimento.
Leitor (L.): Perdoai-nos, Senhor, pelas vezes em que fomos insensíveis à fome e às necessidades, materiais ou espirituais, dos nossos irmãos mais pobres!
Dir.: 2.º Dar de beber a quem tem sede. “Vinde, benditos de meu Pai!... Pois eu estava com sede, e me destes de beber” (Mt 25, 35). Quando nos deparamos com a falta de água, nos damos conta de sua fundamental importância em nossas vidas. Dar de beber se estende também à consciência do cuidado da Nossa Casa Comum.
L.: Perdoai-nos, Senhor, pelas vezes que não levamos a sério a nossa responsabilidade de cuidar da obra da vossa Criação.
Dir.: 3.º Vestir os nus. “Vinde, benditos de meu Pai!... Pois eu estava nu e me vestistes” (Mt 25, 36).
L.: Perdoai-nos, Senhor, pela falta de atenção àqueles que nos rodeiam, para que possamos atendê-los na sua nudez mais profunda, percebendo os apelos que emitem mesmo sem serem ouvidos.
Dir.: 4.º Acolher o estrangeiro: “Vinde, benditos de meu Pai!... Pois eu era forasteiro e me acolhestes” (Mt 25, 35).
L.: Perdoai-nos, Senhor, pelas vezes em que fechamos as portas do nosso coração àqueles que colocais no nosso caminho, como sinal da vossa presença!
Dir.: 5.º Visitar os doentes. “Vinde, benditos de meu Pai!... Pois eu estava doente e cuidastes de mim” (Mt 25, 36).
L.: Perdoai-nos, Senhor, porque nem sempre o nosso coração está disponível para vos acolher, deixando-nos compadecer com as dores dos outros.
Dir.: 6.º Visitar os presos. “Quando te vimos doente ou na prisão, fomos visitar-te?... Sempre que fizeste isto a um dos meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizeste.” (Mt 25,39-40) L.: Perdoai-nos, Senhor, por nem sempre compreendermos as limitações de quem sofre pela sua má conduta pessoal, familiar ou social.
Dir.: 7.º Dar sepultura aos mortos. “Se o grão
de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só; mas,
se morrer, dá muito fruto”. (Jo 12,24)
L.: Senhor Jesus, perdoai-nos, pelas vezes que não aceitamos, de boa vontade, a morte dos nossos amigos, e não nos mostramos capazes de consolar quem sofre no seu luto! (Enquanto o povo canta, o celebrante asperge o povo com água benta, lembrando o Batismo)
Cantando: Banhados em Cristo/ somos uma nova
criatura,/as coisas antigas já se passaram,/ somos
nascidos de novo! (Bis).
Dir.: Deus Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, tenha compaixão de nós, acolha o nosso coração arrependido, perdoa os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. Amém.
GLÓRIA
Alguns Catequistas entram com símbolos ou objetos que lembram os frutos da caminhada da catequese em nossa comunidade...
ORAÇÃO
Dir.: Oremos (pausa) Ó Deus, que mostrais vosso poder, sobretudo no perdão e na misericórdia, mostrai-nos vosso rosto misericordioso que sempre nos espera, nos ama e nos perdoa; a fim de que sejamos discípulos missionários misericordiosos como o Pai. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
Com.: A Palavra de Deus é luz para os nossos passos no caminho da conversão. Lendo as Escrituras Sagradas percebemos que a misericórdia torna a história de Deus com a humanidade uma história de salvação. Esta misericórdia divina tem um rosto visível em Jesus Cristo. Como discípulos missionários d’Ele,somos enviados também como missionários da misericórdia. Abramos nossos ouvidos e os nossos corações para ouvir a Palavra de Deus.
Mantra: Escuta catequistas, Senhor teu Deus vai falar./ Escuta catequistas, Senhor teu Deus vai falar./ Fala Senhor, meu Deus, os catequistas vão te escutar/ Senhor, meu Deus, os catequistas vão te escutar.
Primeira Leitura: Oséias 11,1-9
Salmo responsorial – Sl 136 (135)
(João Carlos Ribeiro/ O. D. da Juventude)
1. Ao Senhor dos senhores cantai/Ao Senhor Deus
dos deuses louvai./ Maravilhas só ele é quem faz/
Bom é Deus, ao Senhor pois louvai.
Pois eterno é seu amor por nós, eterno é seu
amor! (bis)
2. Com saber ele fez terra e céu/sobre as águas a
terra firmou/ Para o dia reger fez o sol/ E as
estrelas pra noite firmou.
3. Primogênitos todos feriu/ Do Egito, um povo
opressor/ E dali Israel fez sair/ O poder de sua
mão o salvou.
4. No mar bravo ele fez perecer/ Os soldados e o
tal Faraó./ Aliança ele fez com Israel/ No deserto
seu guiou.
5. Poderosos sem dó abateu/ A famosos reis
desbaratou./ Sua terra Israel recebeu/ Como
herança a seu povo entregou.
6. Se lembrou de nós na humilhação/ Ao Senhor,
Salvador proclamai/ Dele nós recebemos o pão/
Ao Senhor, Deus dos céus, proclamai.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Evangelho- Lucas 15,11-32
HOMILIA...
Destacar as atitudes do filho mais novo que erra, abandona a casa do pai, porém confiando na misericórdia, arrepende-se e volta para a casa do pai. Enfatizar também o fechamento do filho mais velho que demonstra não conhecer o pai, não perdoa o irmão e não quer entrar para festa da misericórdia; e, por fim, destacar o coração misericordioso do Pai que espera, sai ao encontro, abraça e perdoa os seus filhos. Enquanto catequistas somos mais parecidos com o filho mais novo, com o filho mais velho ou com o pai misericordioso?
PROFISSÃO DE FÉ
Os catequistas podem renovar as suas promessas batismais, ascendendo suas velas no Círio Pascal.
Dir.: Após termos ouvido a Palavra misericordiosa do Pai, elevemos a Ele nossos pedidos inspirados nas sete obras de misericórdia espirituais. A cada prece respondamos, Senhor fazei de nós, discípulos missionários da misericórdia.
L.:1.º Dar bom conselho. “Senhor, deixa a figueira ainda este ano. Vou cavar em volta dela e deitar adubo. Quem sabe, talvez venha a dar fruto!
Se não der, então cortá-la-ás.” (Lc 13,8-9).
Ensinai-nos, Senhor, a ser pacientes com os nossos irmãos e a dar bons conselhos, sobretudo inspirados na vossa Palavra!
L.: 2º. Ensinar os ignorantes. “Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados.” (Lc 6,37). Fazei-nos, Senhor, gritar o evangelho com a vida, para que o nosso anúncio seja credível!
L.: 3.º Corrigir os que erram. “Amai os vossos inimigos e fazei bem aos que vos odeiam.” (Lc 6,27-28). Livrai-nos, Senhor, de agirmos como juízes sombrios que se comprazem em detectar qualquer perigo ou desvio, a fim de que possamos trabalhar com paciência e confiança, em todos os ambientes que habitamos diariamente, para construir o futuro.
L.: 4.º Consolar os tristes. “Se alguém quer seguir-me, renuncie a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-Me” (Lc 9,23). Fazei-nos, Senhor, aliviar a dor e o sofrimento dos outros, sobretudo dos mais tristes, sós e marginalizados!
L.: 5.º Perdoar as injúrias. “Sereis odiados por todos, por causa do meu nome. Mas não perdereis um só cabelo. É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida.” (Lc 21,17-19). Fazei de nós, Senhor, um sinal verdadeiro de perdão e fraternidade!
L.: 6.º Sofrer com paciência as fraquezas do próximo. “Se vocês não perdoarem aos homens, vosso Pai também não vos perdoará vossos delitos” (Mt 6, 15). Tornai-nos, Senhor, capazes de saber perdoar sem reservas, sobretudo a quem nos possa ter ofendido.
L.: 7.º Rogar a Deus por vivos e defuntos. “Se não escutam Moisés e os profetas mesmo que um dos mortos ressuscite, eles não ficarão convencidos” (Lc 16,31). Fazei-nos, Senhor, rezar e celebrar sempre a eucaristia, como sinal eficaz da comunhão eterna com todos os filhos de Deus, porque para Ti, todos vivem!
LITURGIA EUCARISTICA
CÂNTICO DE OFERTÓRIO
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Ó Deus, Vós que preferistes a misericórdia ao sacrifício, acolhei estes dons do pão e do vinho trazidos ao vosso Altar pelas mãos dos catequistas que se dedicam com alegria e gratuidade no serviço do Reino. Por Cristo, nosso Senhor!
Oração Eucarística VII (sobre a reconciliação I)
RITO DE COMHUNHÃO
PAI-NOSSO...
Dir.: Antes de participarmos do banquete eucarístico, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos juntos, como o Senhor nos ensinou: Pai nosso...
ORAÇÃO E RITO DA PAZ
CANTO DE COMUNHÃO
ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO
Dir.: Oremos (pausa). Restaurados à vossa mesa pelo Pão da vida, nós vos pedimos, ó Pai, que este alimento da caridade fortifique os nossos corações e nos leve a vos encontrar em nossos irmãos e irmãs. Por Cristo nosso Senhor.
T.: Amém
RITOS FINAIS
Com.: “Cada cristão e cada comunidade há de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar esta chamada: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho” (Papa Francisco). A todos os catequistas desejamos coragem e perseverança na missão. Parabéns pelo seu dia!
Avisos
BENÇÃO FINAL
Dir.: O Senhor esteja convosco.
T.: Ele está no meio de nós.
Dir.: O Senhor que vos reuniu para celebrar a sua misericórdia vos abençoe em seu Amor: Ele que Pai, Filho e Espírito Santo.
T.: Amém.
Dir.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe!
T.: Graças a Deus!
CÂNTICO FINAL
Catequista do Povo (L.& M. Pe. Rodrigo,SDN)
Eu sou catequista do povo/ com fé e esperança, alegria e amor/ eu vou anunciar o evangelho, na vida e na lida, falar do Senhor! (bis)
1- A alegria da Boa Nova/com os irmãos eu quero viver//Anunciar a Palavra de Deus/, com ternura de mãe, escutar, acolher. (bis)
2- Na vida de comunidade/ precisamos perseverar//viver o amor-doação/, numa Igreja em saída, vou testemunhar. (bis)
3- Catequistas vamos unir/ fé e vida, trabalho, oração//, a nossa missão é urgente/ tem choro, tem cruz/, tem ressurreição. (bis)

Mensagem para o dia do Catequista

AOS CATEQUISTAS
Caríssima irmã, caríssimo irmão Catequista.
Os caminhos da Igreja no Brasil assinalam o mês de agosto com uma nobre particularidade. A temática vocacional recebe forte acentuação: dia dos pais, dia do padre, dia do religioso, dia do Catequista. Este previsto para o próximo dia 28.08.
Em nome da CNBB quero servir-me da data para uma palavra permeada de sincero afeto e imensa gratidão. Embora não seja possível ser suficientemente grato a tanta dedicação, com muita simplicidade, apresento-me para uma reflexão agradecida.
Começo chamando-lhe à recordação uma sua experiência pessoal muito singular: lembra quando alguém lhe dirigiu o convite a tornar-se Catequista? Certamente está presente em sua memória a pessoa, as frases e o contexto. Lembra também de sua própria reação? Talvez inquietação, ou dúvidas, ou temor por não se sentir apta(o). É até possível que lhe tenha aflorado a preocupação pela falta de tempo...
Mesmo assim, embora com tantas objeções, Você aceitou. Estou certo que ainda estão bem presentes os motivos que moveram a aceitar... E o Espírito Santo estava lá: movia, suscitava, inquietava. E eis que desde sua liberdade e desde sua capacidade de amar houve um movimento de afeição amorosa pelo Senhor, pela comunidade, pelos “seus” catequizandos.
Hoje, tendo já passado um bom tempo, talvez anos, cabem duas perguntas bastante simples: mais ofereceu ou mais recebeu? Mais aprendeu ou mais ensinou? É verdade que os desânimos por vezes se apresentaram; também sinais de cruz se pronunciaram. Mas quanto crescimento! Quantos sinais da proximidade de Deus! Quantas experiências de fé! É... Catequese é um caminho, um discipulado, um encontro que perdura e atravessa os anos. Mas o Senhor nunca se deixa vencer em generosidade. Quantas graças!!!
Seu sim ajudou a Igreja a ser Evangelizadora; a ser mais Igreja. Sua dedicação de Catequista a(o) faz lembrar-se de que o Senhor Jesus quer ser conhecido mais por seu amor do que por doutrinas. Por isso mesmo o episcopado brasileiro lhe agradece, caríssima(o) Catequista. E neste dia louva o Senhor por seu ministério. Que Deus lhe multiplique em bênçãos a bênção que é Você para a nossa Igreja.
Dom José Antonio Peruzzo
Arcebispo de Curitiba-PR 
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Encontro Diocesano de Coordenadores da Animação Bíblico-Catequética

Ocorreu no dia 25/06 mais um Encontro Diocesano De Coordenadores Da Animação Bíblico-Catequética. Com o tema "A REALIDADE DAS FAMILIAS E SEU DESAFIOS".
Contamos com a presença do Prof. Fernando Bête que guiou os estudos sobre alguns pontos chave da exortação apostólica pós-sinodal "Amoris laetitia" do Papa Francisco que trata sobre o amor na família.( http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20160319_amoris-laetitia.html  )

Esse documento é o resultado das discussões realizadas pelos Bispos e o Papa Francisco, durante o Sínodo das Famílias, sobre a família, suas dificuldades e sua importância, e uma reafirmação a sociedade sobre a posição da igreja para muitos temas polêmicos que envolvem a família cristã.
Abrangendo a realidade familiar, o documento parte da Luz da Palavra sobre as famílias e traça todo um panorama sobre a realidade atual e seus desafios, a vocação da família, o amor no matrimonio, os filhos e sua educação, acompanhar discernir e integra as fragilidades, e espiritualidade conjugal e familiar. 
O Papa Francisco afirma que o bem da família é decisivo para o futuro do mundo e da igreja. A família é a célula principal da Igreja.
Mas a situação atual das famílias no mundo de hoje é preocupante, através do crescimento do individualismo, da ideia de se fazer tudo conforme seus próprios desejos, os laços familiares estão sendo desfeitos e cada componente da família está se tornado uma ilha.
Valores e princípios estão sendo negados para satisfazer a vontade pessoal e social, o matrimônio banalizado se tornando um modismo ou evento social. Os relacionamentos familiares e afetivos se tornando descartáveis e solúveis.
A sociedade está tentando de várias formas distorcer o conceito de família para atender suas expectativas e desejos.
Como forma de resgatar e proteger a família, somos todos chamados a levar o evangelho e a doutrina cristã aos núcleos familiares, acolhendo em suas dificuldades e respeitando as diversidades, mas sempre sobre a luz da doutrina cristã.
O Papa Francisco nos pede para fortalecermos a espiritualidade e a oração na igreja doméstica. Ajudarmos os namorados, noivos e recém-casados a compreenderem a finalidade da vida conjugal. Acolhermos os divorciados ou recasados em suas necessidades sem deixar de lado as concessões doutrinais, faze-los se sentir parte da igreja.
Nos pede acolhimento as pessoas com atração pelo mesmo sexo, pois é uma experiência difícil para o individuo e para sua família. Cada pessoa deve ser respeitada na sua dignidade e acolhida com respeito. Mas deixa bem claro que não existe fundamento algum para assimilar ou estabelecer qualquer analogia entre as uniões homossexuais e o desígnio de Deus sobre o matrimônio e a família.

No âmbito catequético, o Papa Francisco nos diz que é importante que a catequese não seja puramente teórica. Isso não serve. A catequese é dar-lhes doutrina para a vida. O catequista não deve somente anunciar, mas viver o Evangelho. Estar em sintonia com o que a igreja pensa e sempre ter em mente que fala pela igreja e não por si mesmo.

por Kleber Juliatti
cood. Regional  Pastoral 11


domingo, 29 de maio de 2016

Inscrição para Escola ABC - São José de Anchieta

Ficha de Inscrição para a Escola Diocesana Biblico-Catequética São José de Anchieta

Caros catequistas!!


Venham participar da nossa Escola de Catequistas!! Precisamos atualizar nossos conhecimentos e renovar a nossa caminhada na construção do Reino!!

A formação é de 2 anos, divido por 4 módulos,
1º modulo: Eixo Teológico
2º modulo: Eixo Biblico
3 º modulo:Eixo Liturgico
4º módulo: Eixo Metodológico

Todas as terças-feiras nos seguintes horários:

 tarde : 14h30min as 16h
 noite : 19h30min as 21h

Inscrições abertas!! Nova turma inicia no dia 02 de  agosto 2016!!

Valor Mensalidade: R$ 35,00

Faça sua inscrição aqui!!

http://goo.gl/forms/Rcl1WHXHHWqS8Q963

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Oração de Santo Agostinho

1. Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova… Tarde Te amei! Trinta anos estive longe de Deus. Mas, durante esse tempo, algo se movia dentro do meu coração… Eu era inquieto, alguém que buscava a felicidade, buscava algo que não achava… Mas Tu Te compadeceste de mim e tudo mudou, porque Tu me deixaste conhecer-Te. Entrei no meu íntimo sob a Tua Guia e consegui, porque Tu Te fizeste meu auxílio.
2. Tu estavas dentro de mim e eu fora… “Os homens saem para fazer passeios, a fim de admirar o alto dos montes, o ruído incessante dos mares, o belo e ininterrupto curso dos rios, os majestosos movimentos dos astros. E, no entanto, passam ao largo de si mesmos. Não se arriscam na aventura de um passeio interior”. Durante os anos de minha juventude, pus meu coração em coisas exteriores que só faziam me afastar cada vez mais d’Aquele a Quem meu coração, sem saber, desejava… Eis que estavas dentro e eu fora! Seguravam-me longe de Ti as coisas que não existiriam senão em Ti. Estavas comigo e não eu Contigo…
3. Mas Tu me chamaste, clamaste por mim e Teu grito rompeu a minha surdez… “Fizeste-me entrar em mim mesmo… Para não olhar para dentro de mim, eu tinha me escondido. Mas Tu me arrancaste do meu esconderijo e me puseste diante de mim mesmo, a fim de que eu enxergasse o indigno que era, o quão deformado, manchado e sujo eu estava”. Em meio à luta, recorri a meu grande amigo Alípio e lhe disse: “Os ignorantes nos arrebatam o céu e nós, com toda a nossa ciência, nos debatemos em nossa carne”. Assim me encontrava, chorando desconsolado, enquanto perguntava a mim mesmo quando deixaria de dizer “Amanhã, amanhã”… Foi então que escutei uma voz que vinha da casa vizinha… Uma voz que dizia: “Pega e lê. Pega e lê!”.
4. Brilhaste, resplandeceste sobre mim e afugentaste a minha cegueira. Então corri à Bíblia, abri-a e li o primeiro capítulo sobre o qual caiu o meu olhar. Pertencia à carta de São Paulo aos Romanos e dizia assim: “Não em orgias e bebedeiras, nem na devassidão e libertinagem, nem nas rixas e ciúmes. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm 13,13s). Aquelas Palavras ressoaram dentro de mim. Pareciam escritas por uma pessoa que me conhecia, que sabia da minha vida.
5. Exalaste Teu Perfume e respirei. Agora suspiro por Ti, anseio por Ti! Deus… de Quem separar-se é morrer, de Quem aproximar-se é ressuscitar, com Quem habitar é viver. Deus… de Quem fugir é cair, a Quem voltar é levantar-se, em Quem apoiar-se é estar seguro. Deus… a Quem esquecer é perecer, a Quem buscar é renascer, a Quem conhecer é possuir. Foi assim que descobri a Deus e me dei conta de que, no fundo, era a Ele, mesmo sem saber, a Quem buscava ardentemente o meu coração.
6. Provei-Te, e, agora, tenho fome e sede de Ti. Tocaste-me, e agora ardo por Tua Paz. “Deus começa a habitar em ti quando tu começas a amá-Lo”. Vi dentro de mim a Luz Imutável, Forte e Brilhante! Quem conhece a Verdade conhece esta Luz. Ó Eterna Verdade! Verdadeira Caridade! Tu és o meu Deus! Por Ti suspiro dia e noite desde que Te conheci. E mostraste-me então Quem eras. E irradiaste sobre mim a Tua Força dando-me o Teu Amor!
7. E agora, Senhor, só amo a Ti! Só sigo a Ti! Só busco a Ti! Só ardo por Ti!…
8. Tarde te amei! Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova! Tarde demais eu Te amei! Eis que estavas dentro, e eu, fora – e fora Te buscava, e me lançava, disforme e nada belo, perante a beleza de tudo e de todos que criaste. Estavas comigo, e eu não estava Contigo… Seguravam-me longe de Ti as coisas que não existiriam senão em Ti. Chamaste, clamaste por mim e rompeste a minha surdez. Brilhaste, resplandeceste, e a Tua Luz afugentou minha cegueira. Exalaste o Teu Perfume e, respirando-o, suspirei por Ti, Te desejei. Eu Te provei, Te saboreei e, agora, tenho fome e sede de Ti. Tocaste-me e agora ardo em desejos por Tua Paz!
Santo Agostinho, Confissões 10, 27-29



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Dinâmica Santíssima Trindade


Mensagem: Quando vivemos o acolhimento; quando somos um só coração e lutamos para sermos
unidos e celebramos a Fé, vivemos a unidade na diversidade, assim como a Santíssima Trindade.
Distribuir para cada criança três palitos (de preferência grandes).
Perguntar se elas sabem formar um triângulo com os palitos. Esperar uma resposta.
A seguir, fazer uma colocação explicativa sobre o porquê da representação da Santíssima Trindade na
figura do triângulo: o triângulo se trata de uma figura geométrica que tem os três lados iguais; um não
existe sem o outro, mas cada um tem a sua importância individual. Comparando com a Santíssima
Trindade percebemos que se trata de três Pessoas - Pai, Filho e Espírito Santo que formam a Trindade,
um só Deus. E, um não existe sem o outro.
Em seguida, pedir para as crianças unirem seus palitos e formarem um grande triângulo onde possam,
todas, entrar na figura e preencher o espaço completamente.
Concluir dizendo que, assim como na Santíssima Trindade encontramos três pessoas diferentes em
uma só, nós também devemos fazer parte da nossa Comunidade convivendo com as diferenças entre
as pessoas, porém, em comunhão e unidade com a Igreja.
Material de atividade:
- Palitos de churrasco sem ponta.

FONTE: PEQUENINOS DO SENHOR